
Era noite de sexta feira, já se passava das oito da noite e estava ali, aquele som e os pensamentos.
Eu realmente não sei mais...
Parece-me que a inspiração de minha palavras se foram, ou eu não sei.
Aquela nostalgia, aquela euforia; abandonada!
Suspiros, um coração ofegante...
Não sei, eu realmente temo em não saber mais...
O porque desses sentimentos, o porque de estar parada no tempo!
Já havia feito planos para meu textos, tinha me programado para a noite, mas o terreno do amanhã é realmente; incerto demais!
No dia pela manhã já não havia tanto sentido... Ou talvez a noite anterior não tenha sido boa.
Talvez esteja ai...
A noite seguinte talvez esteja assim, pela noite passada!
Após palavras; pronunciadas sem ter sentimentos, sem imaginar a extensão do mal que faria e resultou no dia seguinte.
Sobra tantas meias-verdades que guardo pra mim mesma.
Meias-verdades das quais se sente e sabe, mas não se da o braço a torcer!
Sobram tantos medos que nem me protejo mais...
Medos das palavras bruscas e ofensivas das quais eu não tenho como me proteger vindo de tal!
Falta tanta coisa pra dizer, que eu nunca consigo!
Eu queria a liberdade de poder lhe dizer para falar mais do imenso amor de Deus, pois observo uma face inegualavel e o sorriso mais belo que se observa nos pequenos momentos...
Sobra tanto espaço, dentro do abraço...
O qual seria aconchegavel neste exato momento enquanto escorrem as lágrimas!
Mas sobra, sobra, sobra tanto...
Sobra as magoas das palavras que não tem idéia do quanto me afligem, das caras, dos julgamentos, das incertas enquanto acho que tudo já está bem!
Eu não sei o porque, mas talvez seja sensibilidade demais, ou talvez eu não seja mais quem você acha que eu sou!
Mas vai saber, quem souber me salve!
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